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Atualmente há muitas formas de se utilizar à eletricidade.Os termos mais importantes em eletricidade são os chamados positivo e negativo.Na eletricidade os opostos se atraem, tudo que possui carga negativa atrai tudo o que possui carga positiva.Quando existem duas cargas carregadas de igual modo,elas se repelem. Os elétrons buscam passar de um ponto negativo para um positivo.No caso de alguns materiais como:O cobre e outros metais, os elétrons circulam facilmente entre às cargas negativas e positivas.Estes metais são conhecidos como condutores.Existem dois ramos na Eletrônica:Analógica e Digital, à digital é a mais moderna,os Televisores e Monitores modernos são feitos através da Eletrônica Digital.São os chamados TVS de LCD e Monitores de LCD.O Técnico em Eletrônica precisa saber bem sobre os componentes usados na fabricação destes equipamentos.Diodo,Transistor, Capacitor são alguns destes componentes.

 

 

Carga Elétrica


Um corpo tem carga negativa se nele há um excesso de elétrons e positiva se há falta de elétrons em relação ao número de prótons. A quantidade de carga elétrica de um corpo é determinada pela diferença entre o número de prótons e o número de elétrons que um corpo contém. O símbolo da carga elétrica de um corpo é Q, expresso pela unidade coulomb (C). A carga de um coulomb negativo significa que o corpo contém uma carga de 6,25 x 1018 mais elétrons do que prótons.

 

Diferença de Potencial


Graças à força do seu campo eletrostático, uma carga pode realizar trabalho ao deslogar outra carga por atração ou repulsão. Essa capacidade de realizar trabalho é chamada potencial. Quando uma carga for diferente da outra, haverá entre elas uma diferença de potencial(E). A soma das diferenças de potencial de todas as cargas de um campo eletrostático é conhecida como força eletromotriz.A diferença de potencial (ou tensão) tem como unidade fundamental o volt(V).

 

Corrente Elétrica


A corrente elétrica pode ser considerada um jato de elétrons que circula por um condutor quando entre suas extremidades houver uma diferença de potencial. Esta diferença de potencial chama-se tensão. A facilidade ou dificuldade com que a corrente elétrica atravessa um condutor é conhecida como resistência. Esses trêns conceitos: corrente, tensão e resistênca, estão relacionados entre si, de tal maneira que, conhecendo dois deles, pode-se calcular o terceiro. Os elétrons e, a corrente elétrica não são visíveis, mas podemos comprovar sua existência conectando, por exemplo, uma lâmpada a uma bateria. Entre os polos a bateria e o filamento da lâmpada existe uma diferença de potencial e, portanto, a lâmpada se ilumina. A relação existente entre a corrente, a tensão e a resistência denomina-se Lei de Ohm: Para que circule uma corrente em uma resistência, há de se aplicar uma tensão em suas extremidades. O conhecimento desta lei e o saber como aplicá-la são os primeiros passos para entrar no mundo da eletricidade e da eletrônica. Antes de se começar a realizar cálculos, há que se conhecer as unidades de medida. A tensão é medida em Volts (V), a corrente é medida em Amperes (A) e a resistência em Ohms (W).


Unidades Básicas/ Símbolo/ Unidade/ A ampère (unidade de corrente) V volt (unidade de voltagem) W watt (unidade de potência) Ohm Ohm (unidade de resistência) H henry (unidade de indutância) F farad (unidade de capacitância) Hz hertz (unidade de freqüência) Prefixos para indicar frações ou múltiplos de unidades Símbolo Fração/Múltiplo p pico (1 trilionésimo) n nano (1 bilionésimo) µ micro (1 milionésimo) m mili (1 milésimo) k kilo (1 milhar) M mega (1 milhão) G giga (1 bilhão).

 

Correntes e Tensões Contínuas e Alternadas


A corrente contínua (CC ou DC) é aquela que passa através de um condutor ou de um circuito num só sentido. Isso se deve ao fato de suas fontes de tensão (pilhas, baterias,...) manterem a mesma polaridade de tensão de saída. Uma fonte de tensão alternada alterna a polaridade constantemente com o tempo. Conseqüentemente a corrente também muda de sentido periódicamente. A linha de tensão usada na maioria das residências é de tensão alternada.

 

Resistores

 

De filme alguns fabricantes de resistores adotaram uma codificação especial para informar valores nos novos resistores de filme.Os resistores apresentam três faixas de cores para leitura do seu valor ôhmico e mais uma para indicar a tolerância.A cor que é pintada no corpo do componente, se refere ao tipo de resistor de filme.Um dos resistores, que é de precisão, tem 5 faixas para identificar o seu valor e mais uma faixa, destacada e mais larga.

Veja à tabela de resistores abaixo:

Entendendo à placa mãe

O componente mais importante de qualquer PC não é o processador e nem mesmo o HD, mas sim a placa mãe que é a responsável pelos barramentos e toda a comunicação entre os componentes. Se um PC fosse umo rganismo vivo, o processador e o hd formariam as diferentes áreas do cérebro,enquanto a placa-mãe seria todo o resto do corpo, incluindo os órgãos vitais.

Devido à enorme quantidade de chips, trilhas,capacitores e encaixes, a placa-mãe também é o componente que, de uma forma geral, mais dá defeitos. É comum que um slot PCI pare de funcionar (embora os outros continuem normais), que instalar um módulo de memória no segundo soquete faça o micro passar a travar, embora o mesmo módulo funcione perfeitamente no primeiro e assim por diante.

A maior parte dos problemas de instabilidade e travamentos são causados por problemas diversos na placa-mãe, por isso ela é o componente que deve ser escolhido com mais cuidado. Em geral, vale mais a pena investir numa boa placa-mãe e economizar nos demais componentes, do que o contrário.

A qualidade da placa-mãe é de longe mais importante que o desempenho do processador. Você talvez nem perceba uma diferença de 20% no clock do processador em atividades do dia a dia, mas comc erteza vai perceber se o seu micro começar a travar ou se a placa de vídeo onboard não tiver um bom suporte no Linux, por exemplo. Ao montar um PC de baixo custo, economize primeiro no processador, depois na placa de vídeo, som e outros periféricos. Deixe a placa-mãe por último no corte de despesas.

Antigamente existia a polêmica entre as placas com ou sem componentes onboard. Hoje em dia isso não existe mais, pois todas as placas vêm com som e rede onboard. Apenas alguns modelos não trazem vídeo onboard, atendendo ao público que vai usar uma placa 3D dedicada e prefere uma placa-mãe mais barata ou com mais slots PCI do que com o chipset de vídeo onboard que, de qualquer forma, não vai usar.

Essa mesma tendência tem se demonstrado também nos chipsets. Dentro da linha da Intel, por exemplo, os chipsets das linhas"X" (como o X48 e o X58) e "P" (como o P45 Express e o P55Express) que são os modelos destinados a estações de trabalho e PCs de alto desempenho não possuem vídeo onboard, que é incluído apenas nos chipsets dal inha "G" (como o G35 e o G45) que são destinados a PCs de baixo custo.


A principal característica em qualquer placa-mãeé o soquete usado, que determina com quais processadores ela é compatível. Vocênão pode instalar um Athlon 64 soquete 754 em placa placa AM2+ ou AM3 atual,nem muito menos encaixar um Phenom II em uma placa LGA-775 para processadores Intel.

Entretanto, o soquete é apenas a ponta do iceberg, consequência de outras diferenças estruturais, tais como o chipset e outros componentes usados. Uma nova geração de processadores exige quase sempre uma nova geração de placas, com novos chipsets, novos layouts de trilhas e novos soquetes.

Em seguida temos o conjunto de conectores oferecidos pela placa, que determinam as possibilidades de expansão e fornecem uma ideia geral sobre o segmento à que a placa se destina. Placas mais caraso ferecem quase sempre um conjunto mais completo de interfaces, com dois ou três slots PCI Express x16, com mais portas SATA e USB, enquanto placas de baixo custo oferecem um único slot x16 e um número menor de interfaces.

Placas antigas não possuem slots PCI Express nem portas SATA, oferecendo no lugar um slot AGP para a conexão da placa de vídeo e duas ou quatro portas IDE para a instalação dos HDs e drives ópticos. Temos ainda soquetes para a instalação dos módulos de memória, o soquete do processador, o conector para a fonte de alimentação e o painel traseiro, que agrupa os encaixes dos periféricos onboard, incluindo o conector VGA ou DVI do vídeo, conectores de som, conector da rede e as portas USB.

O número de slots de memória, multiplicado pela capacidade máxima por módulo suportada pelo chipset determina o máximo de memória suportada pela placa. Uma placa com apenas dois slots, cujo chipset suporta módulos de até 4 GB, por exemplo, suporta um máximo de 8 GB. Placas antigas (sobretudo as com chipsets Intel) tendem a suportar pouca memória, o que limita bastante as possibilidades de uso. Um bom exemplo eram as placas para Pentium III baseadas no chipset i815, que suportavam apenas 512 MB.

Assim como os demais componentes, os barramentos evoluíram de forma expressiva durante as últimas décadas, passando do ISA e das portas seriais, aos slots PCI Express e portas USB 2.0, que utilizamos atualmente.

Não poderia ser diferente, pois o uso de um barramento lento cria um gargalo, que limita o desempenho dos componentes ligados a ele.

Vamos então a um pequeno resumo sobre os barramentos usados atualmente:

O PCI é o arroz com feijão em termos de placas de expansão. Ele surgiu em 1992 como um substituto para os antigos ISA e VLB e continua sendo usado desde então. O PCI funciona bem em conjunto com periféricos lentos, como placas de som, modems, placas de rede de100 megabits e placas de TV, mas ele há muito deixou de ser um barramento utilizável para placas 3D e outros periféricos rápidos.

O AGP foi a primeira solução para as baixas taxas de transferência do PCI. Ele era um barramento dedicado para a placa de vídeo, que oferecia taxas de transferência de até 2133MB/s (no AGP 8x), o que era mais do que suficiente para as placas da época.Entretanto, ele possuía as limitações de permitir o uso de uma única placa de vídeo (para usar duas placas você precisava de uma placa PCI) e de não permitira conexão de outros tipos de periféricos.

O PCI Express é o sucessor do PCI e ao mesmo tempo o substituto do AGP. A grande diferença entre o PCI Express e os dois antecessores é o fato de que ele é um barramento serial, onde os bits são transferidos um de cada vez, porém em grande velocidade.

Por estranho que possa parecer, isso permite que ele seja capaz de atingir taxas de transferência muito mais alta que o PCI ou o AGP (que são barramentos paralelos) compensando a menor largura com uma frequência muito mais alta.

Cada linha PCI Express oferece um barramento de 250 MB/s bidirecional (ou seja, 250 MB/s em cada sentido) e os slots PCIExpress vão do x1 ao x16, de acordo com o número de linhas utilizadas. Com isso, os slots x1 (os menores, utilizados por periféricos gerais) oferecem um barramento de 250 MB/s, os slot x4 oferecem 1 GB/s e os slots x16 (usados pelasplacas de vídeo) oferecem 4 GB/s.

Apesar da diferença na velocidade, os slots PCIExpress são eletricamente compatíveis, o que permite que você espete uma placax1 ou x4 em um slot x16 (ela vai usar apenas os primeiros contatos do slot,deixando as outras linhas de dados sem uso). Existem também casos de placas com slots x4 abertos, que permitem a instalação de uma placa de vídeo x16 (para ouso de duas placas em SLI ou CrossFire). Nesse caso o desempenho será menor (já que a placa passará a dispor de apenas 4 linhas de dados), mas também funciona perfeitamente.

Mais recentemente estamos assistindo à popularização do PCI Express 2.0, que mantém os mesmos slots e preserva a compatibilidade com as placas antigas, porém dobra a taxa de transferência,oferecendo 500 MB/s por linha. Com isso, um slot PCI Express 2.0 oferece 8 GB/s de banda em cada direção.

USB: As portas USB surgiram como substitutas das antigas portas seriais e paralelas e rapidamente se tornaram o padrão para a conexão de todo o tipo de periférico externo. O padrão USB original oferecia uma barramento de apenas 12 megabits, mas ele foi logo substituído pelo USB 2.0, que elevou a taxa para 480 megabits. Atualmente estamos assistindo à migração para o USB 3.0, que eleva a taxa para 4.8gigabits, atendendo a HDs e outros periféricos rápidos.

Placa Mãe

Acompanhando o crescimento na popularidade, as placas passaram a oferecer um número cada vez maior de portas. As primeiras ofereciam apenas duas ou quatro portas, enquanto placas atuais oferecem 12 portas ou mais. Além das portas disponíveis no painel traseiro, estão quase sempre disponíveis mais 4 portas através dos conectores no corpo da placa, que permitem a conexão das portas na frente do gabinete, ou de periféricos internos, como leitores de cartões.

O SATA é o padrão atual para a conexão de HDs, oferecendo uma taxa de transferência de 300 MB/s (3.000megabits) no SATA 300. Embora os HDs mecânicos ainda trabalhem com taxas de transferência muito mais baixas (na faixa dos 100 a 150 MB/s) os 300 MB/s já são um limitante para muitos SSDs, que são capazes de oferecer taxas de leitura mais altas. Isso tem apressado a adoção do SATA 600, que dobra a taxa de transferência, mantendo a compatibilidade com o padrão antigo.

Assim como no caso do PCI Express, o SATA é um barramento serial, o que explica o fato de o conector ser tão pequeno. O conector IDE utiliza um total de 80 pinos (40 para dados, 39 para aterramento emais um pino adicional de verificação) mas a velocidade de transmissão é muitomais baixa (apenas 133 MB/s), já que a interferência entre os pinos e a dificuldade em manter a sincronização dos sinais faz com que o controlador precise operar a frequências muito mais baixas.

IDE: Apesar do avanço do SATA,quase todas as placas-mãe continuam oferecendo uma interface IDE solitária, que pode ser usada pelo drive óptico e um eventual HD IDE herdado de um PC antigo.Conforme os drives ópticos em versão SATA se tornem mais populares, a tendência é que a porta IDE se torne cada vez mais rara.

O eSATA é uma versão externa do SATA, destinada à conexão de HDs externos. A porta permite a conexãode qualquer HD, mas ela não transmite energia, o que torna necessário usar uma fonte externa.
Devido à falta de espaço no painel traseiro, muitos fabricantes estão adotando o uso de conectores híbridos, que inclui os pinos da porta eSATA na face superior e os 4 pinos da porta USB na face inferior, permitindo a conexão de ambos os tipos de periféricos.

Temos aqui:Um ferro de solda e uma estação de solda,a estação de solda é mais usada para componentes smd,enquanto o ferro de solda usa-se mais para componentes da eletrônica analógica.O laboratório do técnico deve ter os dois equipamentos.

Estação de Solda

Aqui temos uma soldagem , usamos um resistor como exemplo.

Soldagem

O técnico deve praticar muito , com equipamentos quebrados , para começar a consertar.

Aqui temos à tela do monitor lcd.

DISPLAY


Muito comum o defeito nas lâmpadas, o mesmo observamos na tela dos Notebooks.Existem defeitos fáceis de resolvermos ,muitas vezes porém,acontece um defeito que temos que trocar à tela.Isso também em Notebooks.

Temos aqui o tansistor:

TRANSISTOR TOTAL

 

POLARIZAÇÃO DOS TRANSÍSTORES: Um transístor polarizado é quando se aplica uma tensão contínua em cada um dos seus terminais para que ele possa exercer suas ações nos circuitos. É atravéz da polarização que os equipamentos eletrônicos devem ser alimentados com pilhas, baterias ou a partir da tensão da rede elétrica.


1 - NPN - Funcionam com tensão maior no coletor, média na base e menor no emissor. A tensão da base é só um pouco maior que a do emissor.


2 - PNP - Funcionam com tensão maior no emissor, média na base e menor no coletor.

 

A tensão da base é só um pouco menor que a do emissor.

 

Abaixo vemos os exemplos: MULTÍMETRO ANALÓGICO E MULTÍMETRO DIGITAL

 

MultímetroMultímetro Digital

 

USO DO MULTITESTER (MULTÍMETRO)


O multitester ou multímetro é o aparelho usado para medir corrente elétrica (DCmA) ou (DCA), tensão contínua (DCV), tensão alternada (ACV) e resistência elétrica (Ω). A função do multitester pode ser escolhida através da chave seletora localizada abaixo do painel. Existem dois tipos de multitester: o analógico (de ponteiro) e o digital (de visor de cristal líquido). Cada um tem sua vantagem: o analógico é melhor para testar a maioria dos componentes enquanto o digital é melhor para medir tensões e testar resistores.

DESMONTAGEM DE UM NOTEBOOK No caso destes equipamentos, à técnica de conserto é através da eletrônica digital.Usamos várias chaves especiais , como a torx , a estação de solda ou o soprador térmico.Na desmontagem , devemos reconhecer as partes externas,ou seja , teclado, tela , portas, hd, fonte de alimentação .Diferente dos desktops os notebooks , são todos iguais na desmontagem .Inclusive de um modelo para outro da mesma marca .Sendo assim , o técnico tem que conhecer antes o modelo que ele vai consertar e anotar o que foi desmontado. Devemos ter cuidado com os cabos de encaixe , porque se sofrerem algum dano, dificilmente podem ser reparados.É sempre bom termos o manual de serviço , isso ajuda bastante na hora de abrir .O manual mostra o código da peça que devemos trocar .Vai ajudar muito o técnico no conserto do notebook.Encontramos o manual de serviço no site do fabricante.

ELETRÔNICA DIGITAL - PORTAS LÓGICAS – CIRCUITOS ELETRÔNICOS DIGITAIS Os bits- dígitos binários- são representações de potenciais elétricos que assumem apenas duas situações possíveis em uma faixa de tempo.As portas lógicas,são circuitos eletrônicos bem definidos que estabelecem a saída de um circuito dependente das situações possíveis nas entradas do mesmo, onde teremos apenas dois estados possíveis: o estado 0 (zero) e o estado 1 (um).O estado zero (0) representará, por exemplo:portão fechado,aparelho desligado,ausência de tensão, chave aberta , não, etc.; o estado um (1) representará então: portão aberto, aparelho ligado,presença de tensão, chave fechada, sim, etc.Note, então, que se representarmos por zero (0) uma situação, representaremos por um (1) a situação contrária.O conceito aplicado em cada porta lógica pode ser estendido para quantas variáveis na entrada o circuito possuir.

Reatância Indutiva Os indutores, como os capacitores, opõem-se ao fluxo da corrente alternada.
Nos capacitores, quanto maior a frequência, menor a oposição que o capacitor oferece ao fluxo da corrente alternada. A indutância reativa que representa a oposição que uma bobina oferece ao fluxo de uma corrente alternada aumenta quando a frequência aumenta. Também a reatância indutiva aumenta quando o valor da indutância aumenta. Matematicamente temos:
Xl = 2*pi*f*L onde:
Xl = Reatância em Ohms
pi = 3,14
f = Frequência em Hertz
L = Indutância em Henries

Como testar capacitores com um multímetro analógico

CAPACITOR

Antes de começarmos a falar sobre o teste de capacitores é importante lembrar que quanto menor o valor do capacitor maior deve ser a escala de medição de resistência usada e quanto maior o valor do capacitor menor poderá ser a escala utilizada.Outra consideração importante é que o capacitor deve ser descarregado antes do teste,bem como após cada teste. Isto deve ser feito para que o teste seja correto além de evitar danos ao multímetro. Para descarregar um capacitor é só colocar os seus dois terminais em curto através de uma chave de fenda ou um alicate de bico, para isto ele deve estar desconectado de qualquer circuito eletrônico. Observação: dependendo do uso e do valor do capacitor este pode estar com muita carga e ao colocar seus terminais em curto poderá ocorrer faíscas e um estalo. Caso o capacitor a ser medido seja para uso com uma tensão alta e possua um valor na ordem de microfarads (uF) pode ser necessário descarregá-lo através de um resistor de baixo valor (aproximadamente 100 Ohms) e só depois os seus terminais devem ser colocados em curto. Cuidado para não levar choque ao fazer isto, use ferramentas com cabo isolado para manusear o resistor e para colocar o capacitor em curto.Por esta introdução já podemos perceber que devemos utilizar a escala de medição de resistência ou Ohms para a medição e teste de capacitores.Antes de testarmos um capacitor vamos nos lembrar um pouco do funcionamento de um capacitor. Como sabemos um capacitor impede a circulação de corrente contínua e para corrente alternada ele oferecerá um certa dificuldade. Esta dificuldade é chamada de reatância capacitiva (XC), e dependerá do valor do capacitor e do valor da freqüência.Ao aplicarmos uma tensão contínua sobre um capacitor ele se carregará com o valor desta tensão, para que isto aconteça uma corrente surgirá entre a fonte de tensão contínua e as armaduras do capacitor. Depois que ele estiver carregado esta corrente cessará.

Mas você não disse que o capacitor não conduz corrente contínua?

Realmente ele não conduz mas quando aplicamos sobre ele uma tensão continua a tendência é que aconteça uma movimentação de cargas para a sua armaduras de forma que a armadura que está ligada no positivo tenha a mesma quantidade de carga da armadura que esta ligada no negativo, e vice-versa. Estas cargas terão valores opostos (em uma armadura serão positivas e na outra negativas) estabelecido este equilíbrio cessa a corrente. Quando isto acontece o capacitor se carrega.Podemos dizer que quanto maior o valor do capacitor maior será o tempo necessário para ele se carregar e/ou maior será a corrente para ele se carregar.É bom lembrar que, na escala para medição de resistência, um multímetro apresenta em suas pontas de prova uma tensão (é para isto que ele usa pilhas ou baterias) e é através desta tensão que iremos testar os capacitores, vendo a sua carga através da movimentação do ponteiro do galvanômetro. Também é bom relembrar que quase todos os multímetros analógicos invertem a polaridade das suas pontas quando estão nas escalas de resistência. A ponta vermelha passa a ser negativa e a preta positiva.Devemos ficar atento a isto ao se medir capacitores polarizados, como os eletrolíticos,por exemplo. Nestes casos devemos ligar a ponta positiva com o terminal positivo do capacitor. Também é bom relembrar que a escala de resistência apresenta um símbolo,que representa o infinito, de um lado e o zero do outro.


Já relembrados estes conceitos vamos aos testes:

- Colocar o multímetro na escala de resistência. - Encostar uma ponta de prova em cada terminal do capacitor. - Observar a movimentação do ponteiro do multímetro (não precisa marcar o valor).- Caso o ponteiro suba e desça o capacitor estará bom, ou seja, o ponteiro subiu pois estava circulando uma corrente para carregar o capacitor, terminada a carga acaba a corrente e o ponteiro volta para a posição inicial, o infinito. Quanto maior o valor do capacitor maior será o tempo que o ponteiro levará para subir e descer.- Se o ponteiro subir e ficar parado em alguma posição entre zero e o infinito (mesmo que comece a descer e pare) o capacitor estará com fuga, ou seja,uma corrente contínua está circulando através dele e isto já é sinal que este capacitor não está bom.- Se o ponteiro for direto para o zero o capacitor estará em curto. Também não está bom. Neste caso toda a corrente fornecida pelas pilhas do multímetro atravessará o capacitor, ele não oferece nenhuma resistência, e por isto o ponteiro vai para o zero.- Se o ponteiro não se mover o capacitor estará aberto, sem capacitância, e não estará bom. Neste caso o capacitor nem chegou a se carregar e é por isto que o ponteiro nem se moveu. Ficou na posição indicada por infinito. Mas eu posso utilizar qualquer escala de medição de resistência para os testes? Não. Dependendo do valor do capacitor deveremos utilizar escalas diferentes.Vamos à prática:Para medir capacitores acima de 10000 uF use a escala X1.Para medir capacitores entre 1000 uF a 10000 uF use as escalas X1 ou X10.Para medir capacitores entre 100 uF a 1000 uF use as escalas X10 ou X100.Para medir capacitores entre 10 uF e 100 uF use as escalas X100 ou X1K.Para medir capacitores entre 1 uF e 10 uF use as escalas X1K ou X10K.Para medir capacitores entre 100 nF e 1 uF use as escalas de 1K ou 10K ou 100K.Para medir capacitores entre 1nF e 100 nF use a escala de 100K.Para medir capacitores abaixo de 1 nF use a escala de 100K mas a leitura será difícil e,consequentemente, o teste não terá precisão.Com este teste eu consigo saber o valor do capacitor e saber se este valor não está alterado?Com este teste não dá para saber o valor do capacitor, mas apenas se ele não está aberto, com fuga ou em curto. Para saber o valor exato é necessário o uso de um capacímetro. O que podemos fazer é pegar um capacitor, que sabemos que está bom e seja do mesmo valor do capacitor testado, e comparar a leitura no multímetro deste capacitor com o capacitor a ser testado, para isto memorize as posições em que o ponteiro para na medição de um e do outro. Se der muita diferença entre estas posições provavelmente o capacitor em teste terá alguma alteração. Embora as escalas de medição de resistência de um multímetro possam apresentar alguma diferença entre a máxima resistência que pode ser medida, pois a máxima resistência a ser medida depende, além do fator de multiplicação (X1, X10, etc) do fundo de escala indicado no galvanômetro, as escalas acima servem como uma boa referência para o teste de capacitores.

Observações: Alguns capacitores eletrolíticos, geralmente os com alta tensão de isolação, costumam apresentar uma certa corrente de fuga, sendo assim pode ser que em determinadas escalas o ponteiro suba e, ao descer,pare próximo ao infinito. Se isto acontecer diminua a escala de multiplicação e veja se o ponteiro chega ao infinito, caso isto aconteça o capacitor estará bom.Todos estes testes foram desenvolvidos com o auxílio da prática e embora possam variar um pouco de multímetro para multímetro, sempre serviram para testar capacitores.É interessante que ao adquirir um multímetro se escolha um que tenha várias escalas de medição de resistência e seja capaz de medir valores máximos de 50M ohms para cima. Para saber qual a maior resistência que um multímetro é capaz de medir basta ler o maior valor da escala de resistência e multiplicar pela maior escala. Veja o exemplo: Fundo de escala = 5K ohms Maior escala = X10K Maior resistência que pode ser medida = 5K x 10K = 50 M ohms.Não encoste as mãos nas partes metálicas das pontas de prova, nem nos terminais dos capacitores, pois isto alterará as medições e testes.

Memórias BEDO: As memórias BEDO (Burst EDO) foram desenvolvidas no final da era Pentium 1 para concorrer com as memórias EDO. Elas utilizam uma espécie de pipeline para permitir acessos mais rápidos que as EDO. Em um Bus de 66 MHz, as memórias BEDO são capazes de funcionar com temporização de 5-1-1-1, quase 30% mais rápido que as memórias EDO convencionais.

No papel as memórias BEDO eram interessantes, mas elas nunca foram usadas em grande escala. A tecnologia era propriedade da Micron, que ansiava por cobrar royalties dos demais fabricantes, caso a tecnologia fosse adotada em grande escala. Os fabricantes de memória trabalham com margens de lucro incrivelmente apertadas, de forma que a palavra "royalties" gera calafrios. Ao invés de caírem na armadilha da Micron, eles se apressaram em adotar as memórias SDRAM, que além de serem um padrão aberto, eram tecnicamente superiores.

MEMÓRIA RAM

Memórias Rambus (RDRAM): Assim como as memórias BEDO, as RDRAM são um tipo proprietário de memória, que acabou não ganhando popularidade. Os módulos de memórias Rambus são chamados de "Rambus Inline Memory Modules" ou RIMMs. Os módulos RIMM são bem semelhantes aos módulos DIMM, mas em geral eles vêm com uma proteção de metal sobre os chips de memória, que também serve para facilitar a dissipação de calor, já que os módulos RIMM aquecem bastante devido à alta freqüência de operação.

Em 1996 a Intel fechou um acordo com a Rambus Inc., uma então pequena empresa que desenvolvia um tipo de memória otimizada para sistemas que precisam de um largo barramento de dados com a memória. As memórias Rambus foram utilizadas no Nintendo 64 e no Playstation 2, e o plano era que elas fossem adotadas em larga escala nos PCs, com a ajuda da Intel. A Rambus Inc. receberia royalties dos fabricantes e a Intel ficaria com parte do bolo, na forma de incentivos e descontos.

A Intel introduziu o suporte às memórias Rambus a partir do chipset i820, ainda na época do Pentium III, e continuou tentando empurrar a tecnologia com o chipset i850, usado na primeira geração de placas para Pentium 4.

O problema era que o chipset i850 suportava somente memórias Rambus, sem opção de usar memórias SDRAM ou DDR (que eram novidade na época). Na época do lançamento do Pentium 4, um módulo RIMM de 64 MB custava US$ 99, enquanto um módulo de memória PC-133 da mesma capacidade custava apenas US$ 45. Isto significava gastar US$ 216 (ao comprar 256 MB) a mais, só de memória, sem contar a diferença de preço do processador Pentium 4 e da placa-mãe, que na época ainda eram consideravelmente mais caros.

As memórias Rambus utilizam um barramento de dados de apenas 16 bits de largura, em oposição aos 64 bits utilizados pelos módulos de memória SDRAM, suportando em compensação freqüências de barramento de até 400 MHz com duas transferências por ciclo (como o AGP 2x), o que na prática equivale a uma freqüência de 800 MHz. Essa organização lembra um pouco o barramento PCI Express, onde o uso de menos trilhas de dados permitem a operação a freqüências mais altas.

Trabalhando a 400 MHz com duas transferências por ciclo, sua velocidade máxima, as memórias Rambus permitem uma banda total de 1.6 gigabytes por segundo. O i850 era capaz de acessar dois módulos simultaneamente, proporcionando um barramento total de 3.2 GB/s. Essa é uma marca respeitável, comparável à de um módulo DDR-400, porém atingida em 2001.

O grande problema era que apesar da boa taxa de transferência, os módulos trabalhavam com tempos de latência muito altos. Isso prejudicava muito o desempenho, fazendo com que um Pentium III espetado numa placa-mãe i820 com um módulo RIMM acabasse sendo mais lento na maioria das aplicações que um PC simular equipado com memórias SDRAM PC-133. Mesmo em conjunto com o Pentium 4, que incluía uma série de otimizações (incluindo o uso de módulos RIMM em pares), as memórias Rambus falhavam em oferecer algum ganho tangível de performance em relação às memórias DDR.

Pouca gente comprou as versões iniciais do Pentium 4 e, quem se arriscou, acabou com um abacaxi nas mãos. Isto obrigou a Intel a modificar a plataforma, passando a utilizar memórias DDR padrão. A demora gerou um vácuo, que permitiu que a AMD aumentasse consideravelmente sua participação no mercado, já que contava com o Athlon Thunderbird, um processador mais barato e mais eficiente.

No final, as memórias DDR (seguidas pelas DDR2) ganharam a briga, tornando-se o padrão de memória dominante. Mais uma vez a indústria rejeitou um padrão proprietário de memória, em favor de um padrão aberto.

Registered DIMM: Os módulos de memória que usamos nos micros domésticos são chamados de unbuffered. Eles usam um layout simples e eficiente, onde o controlador de memória tem acesso direto aos chips de memória, garantindo tempos de latência mais baixos.

Essa simplicidade tem um custo, que é uma limitação no número de chips por módulo e também no número de módulos que podem ser instalados na mesma placa-mãe. Salvo raras exceções, os módulos unbuffered possuem no máximo 16 chips de memória e é possível projetar placas-mãe com suporte para até 4 módulos.


Isso não é um problema nos desktops, onde normalmente não precisamos de mais do que 2 ou 4 GB de RAM, mas é uma grave limitação nos servidores, onde é comum o uso de mais memória.

Os módulos registered incluem chips adicionais (registradores) que funcionam como uma interface adicional entre o controlador e os chips. Eles permitem que o controlador suporte um número maior de módulos de memória e também que sejam usados módulos com mais chips, permitindo a instalação de quantidades muito maiores de memória. Muitas placas para servidores incluem 8 slots de memória, e existem módulos registered com 32 ou até mesmo 48 chips (sem contar os chips adicionais no caso dos módulos com ECC).

Agora vamos falar das principais diferenças técnicas entre as memórias DDR, DDR2 e DDR3.


Antes de começarmos a falar especificamente sobre cada um dos tipos de memória, você precisa saber que DDR, DDR2 e DDR3 são memórias do tipo SDRAM (Synchronous Dynamic Random Access Memory), isto é, síncronas, o que significa que elas utilizam um sinal de clock para sincronizar suas transferências. DDR significa Double Data Rate ou Taxa de Transferência Dobrada, e memórias desta categoria transferem dois dados por pulso de clock. Traduzindo: elas conseguem obter o dobro do desempenho de memórias sem este recurso trabalhando com o mesmo clock (memórias SDRAM, que não estão mais disponíveis para PCs).

Por causa desta característica, essas memórias são rotuladas com o dobro do clock real máximo que elas conseguem trabalhar. Por exemplo, memórias DDR2 -800 trabalham a 400 MHz, memórias DDR2-1066 e DDR3-1066 trabalham a 533 MHz, memórias DDR3-1333 trabalham a 666,6 MHz e assim por diante.


É muito importante notar que esses clocks são valores máximos que a memória pode oficialmente usar; isto não significa que a memória trabalhará com essas “velocidades” automaticamente. Por exemplo, se você instalar memórias DDR2-1066 em um computador que pode acessar apenas memórias a até 400 MHz (800 MHz DDR) – ou se seu micro estiver configurado erroneamente –, as memórias serão acessadas a 400 MHz (800 MHz DDR) e não a 533 MHz (1.066 MHz DDR). Isto acontece porque o sinal de clock é gerado pelo o controlador de memória, um circuito que está localizado fora da memória (no chip ponte norte da PLACA-MÃE ou embutido no processador, dependendo do processador usado).

O esquema de nomenclatura DDRx-yyyy (onde x é a geração da tecnologia e yyyy é o clock da memória DDR) em teoria é usado apenas para os chips de memória. Os módulos de memória – a pequena placa de circuito impresso onde os chips de memória estão soldados – utilizam um esquema de nomenclatura diferente: PCx-zzzz, onde x é a geração da tecnologia e zzzz é a taxa de transferência máxima teórica (também chamada largura de banda máxima). Este número indica a quantidade de bytes que podem ser transferidos por segundo entre o controlador de memória e o módulo de memória, assumindo que uma transferência de dados será realizada a cada pulso de clock. Esta conta é facilmente feita multiplicando o clock DDR em MHz por oito. Isto nos dará a taxa de transferência máxima teórica em MB/s (megabytes por segundo). Por exemplo, as memórias DDR2-800 têm uma taxa de transferência máxima teórica de 6.400 MB/s (800 x 8) e os módulos de memória que utilizam este tipo de memória são chamados PC2-6400. Em alguns casos o número é arredondado. Por exemplo, as memórias DDR3-1333 têm uma taxa de transferência máxima teórica de 10.666 MB/s, mas os módulos de memória que utilizam este tipo de memória são chamados PC3-10666 ou PC3-10600, dependendo do fabricante.

É realmente importante entender que esses valores são máximos teóricos e eles nunca são obtidos. Isto acontece porque na conta estamos assumindo que a memória enviará dados para o controlador de memória a cada pulso de clock, o que simplesmente não acontece. O controlador de memória e a memória precisam trocar comandos (por exemplo, um comando instruindo a memória para fornecer um dado armazenado em determinada posição) e durante este tempo a memória não estará transferindo dados.

NOTEBOOKS Sabemos que em notebooks atuais podem ser utilizadas memórias do tipo SDRAM ou DDR-SDRAM . Essa é mais atual sendo mais usada nesses equipamentos.O encapsulamento é diferente dos COMPUTADORES DE MESA. O ENCAPSULAMENTO DOS NOTE são DIMM/184 ou DIMM/240.Usa-se módulos diferentes , são os SO-DIMM.Tecnologia Centrino:Foi a primeira que surgiu , é da intel , é composta de 3 componentes : Um processador Pentium M, que sua vantagem é a economia de energia .O seu chipset é o 8550 e o 915 ).No slot mini-pci do note. vem placa de rede sem fio 802.116.Quando queremos acessar internet é preciso à configuração do software. Tecnologia Turión Esta tecnologia é da AMD , é utilizado o chip Mobile Athlon 64 . Leva desvatagem na Centrino , que já vem com todas às funções integradas.Mesmo assim já vem com PLACA DE REDE SEM FIO.Hoje temos NOTE. de 4 gigas ou mais , isso é importante na compra de um . Um detalhe importante é o NETEBOOK , ele não usa o HD , é usada a memória flash que vem soldada na placa mãe. Aconselhamos às marcas HP, ACER, TOSHIBA como às melhores.BLUETOOTH: Dispositivo no qual o NOTE. se conecta ao CELULAR sem usar fios com modem USB.FIREWIRE: Conecta o NOTE a um periférico sem fio.DECODER TV DIGITAL:Decodificador de sinais de TV digital ( USB ).É muito importante conseguirmos o manual de serviço do NOTEBOOK , para conserto, nós conseguimos no site do fabricante. REATOR DA LÂMPADA FLUORESCENTE quando abrimos o note e formos tirar este reator temos que desparafusar a PCI , na substituição devemos ter cuidado com cabo flat e o conector da lâmpada , devemos descarregar ,pois estão com tensão de 700v a 1000v.DICA:A tela pode ficar escura devido ao fusível queimado.É só substituir a Lâmpada.

NOTEBOOK

 

TELA LCD:Temos que desconectar o cabo flate que liga o display na placa mãe.Este tem 6 parafusos, 4 estão atrás do painel e os outros 2 na dobradiça.Com muito cuidado , o técnico em informática pode passar a consertar NOTE.Sabemos em eletrônica que a dedicação é muito importante , junto com a vocação.Tipos de Software de manutenção : Drivepro, Rescue IV , Norton , Easy Recorery , Estellar, estes programas podem indicar onde o defeito está: No HD , no CMOS, no BIOS DO LCD , no BIOS DO TECLADO. mas será preciso o NOTEBOOK está conseguindo ligar pelo menos.No caso dele não está ligando devemos logo retirar a bateria principal , visto que ela pode está esgotada.Ela estando nesta condição tem resistência interna zero e neste caso a fonte externa fica com curto-circuito e neste caso pode ter uma avaria mais grave. É muito importante quando abrirmos o equipamento fazermos uma inspeção visual antes de começarmos a mexer em peças sem saber qual é ainda o defeito, muitas vezes o defeito é simples de mais e está em nossa cara , é o mesmo que acontece com televisores.Esses equipamentos são alimentados com tensão DC de 5 a 25 volts.

Ventilador: Muitas vezes o problema está no ventilador, quando o NOTEBOOK apresenta um ruído estranho , para isso temos que abrir o equipamento (usando o manual de serviço ) . Retiramos o ventilador , limpamos as pás com ar comprimido ou um pincel , lubrificamos o eixo do motor.


Tela Congelada: Desligamos tudo , retira-se a bateria e depois ligamos o Notebook , isto faz com que, sua memória RAM fique limpa e provavelmente o equipamento voltará a funcionar normalmente.Quando tem algum componente eletrônico da placa mãe queimado é o pior problema . O técnico nesse caso tem que pesquisar : Trilha aberta, solda fria , e os componentes que estão queimados e com muita habilidade trocá-los.

Tela do Notebook: Mostra partes quadradas (escuras ) , com certeza é um componente eletrônico queimado que corresponde exatamente àquela área da tela. Tem solução , trocando o componente.A Eletrônica Digital ajuda muito no conserto de Note. é muito importante o técnico saber muito bem esta disciplina na área de consertos este é um assunto que ensinamos em nossos cursos e que vai ser muito útil também para outros equipamentos que usam a microeletrônica.Esta área está cada vêz mais desenvolvida e para quem gosta da profissão é fascinante , visto que , todo dia surge mais novidades .

Imagem entrecortada: A imagem da tela fica com algumas pontas apagadas , este defeito é de fabricação , isto acontece porque o painel do lcd perde pixels foi um erro técnico de fábrica , neste caso não tem conserto , só substituindo a tela lcd do Notebook e Netebook também.Sabemos que existem vários outros defeitos , na medida do possível vou apresentar aqui.Porém, o técnico ou pessoas leigas vão diagnosticar na prática.Isto também serve para quando um ususário levar o equipamento à uma oficina não ser enganado.Um outro caso sem solução é quando um laptop antigo , nós só enxergamos a tela bem de perto ( imagem fraca ) , não tem solução.Prestem atenção ao comprarem NOTEBOOKS. usados.

Tela intermitente:A tela apresenta imagens aleatórias . Devemos reiniciar , não resolvendo . Verificar cabos flats e outras inspeções de peças , como memória de vídeo (vram).Verificar com muita atenção para ter certeza se o defeito é esse , não resolvendo só trocando a TELA POR UMA NOVA.

Tela Branca: Este defeito é muito comun e fácil de resolver, verificamos o conector LVDS OU O CABO FLAT.

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